Outeiro Metal Fest 2019

Cartel Outeiro Metal Fest 2019
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Fecha/Hora
Date(s) - 13/09/2019 - 14/09/2019
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Após uma estreia de sucesso, o Outeiro Metal Fest regressa este ano para a sua segunda edição, com a aposta renovada em oferecer novas correntes de música extrema ao norte interior do país. Com entrada totalmente grátis, a freguesia de Outeiro Seco, localizada nos arredores da cidade de Chaves, volta receber o festival nos dias 13 e 14 de setembro.

Do cartaz já faziam parte nomes como Gaerea, Systemik Viølence, FERE, ou os espanhóis Perpetual. A juntar a estes, Redemptus e Divine Ruin são as mais recentes novidades, completando assim o cartaz para a edição de 2019. O alinhamento contará ao todo com onze propostas diversas, do Black ao Crust, do Sludge ao Death, ou do Post-Metal a infusões mais Avant-garde.

Destaque ainda para a presença dos galegos Pneura, banda de Crust Punk natural da cidade vizinha de Verín. Desta forma, o festival pretende celebrar os laços históricos entre as duas cidades, que de resto formam a denominada Eurocidade Chaves-Verín. Já do lado Trasmontano, o evento contará com a jovem banda flaviense Niil e com os imprevisíveis Ruína.

Para além dos mencionados, do cartaz final fazem também parte os portuenses Wrath Sins e Verbian. Mais informações em outeirometalfest.com

Cartaz no final do E-mail.

LINE-UP
GAEREA
Black Metal – Portugal
Com uma boa bagagem em eventos internacionais, os nortenhos são neste momento uma das mais promissoras bandas portuguesas da atualidade, elevando a expressão artística a sobrepor-se ao individual. O grupo editou em 2018 Unsettling Whispers, um disco que não só os colocou no radar internacional como que, de uma forma refrescante, quebra as fronteiras do black metal com atmosferas e paisagens sonoras arrepiantes e demolidoras, repletas de caminhos pantanosos sludge e buracos negros de doom. Uma sonoridade sem dúvida moderna, visceral e inflexivelmente negra, com influências de nomes como Watain, Shining, Obsidian Kingdom ou The Great Old Ones.

Tendo conquistado o podium de melhores discos nacionais do ano da Wav Magazine, o site vê nos Gaerea o “potencial para elevar e chacinar o estilo com uma imagem, lírica, estética e sonoridade refrescante e castigadora” e descreve Unsettling Whispers como “um ponto de viragem crucial, não só por ser o álbum de estreia pela Trascending Obscurity, como por exibir a banda no seu estado mais sufocante, ensaguentado e sincero. Não há como ficar indiferente a este álbum.” Já a revista LOUD! também destaca Unsettling Whispers como um dos melhores registos nacionais, dizendo que é “uma estreia que ultrapassou fronteiras e aponta o colectivo para a lista de nomes mais promissores.”
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REDEMPTUS
Sludge Doom – Portugal
“Embrace the Darkness to Become the Light!”. É esta a premissa dos Redemptus. Formados por Paulo Rui (Besta, Verdun), Miguel Santo (Wild Tiger Affair) e Marcos Martins (Juseph), o trio aposta numa sonoridade densa, sufocante e negra, onde o Doom vive em simbiose com a podridão do Sludge. Da discografia fazem já parte dois longa-durações de estúdio, We All Die The Same (2015) e Every Red Heart Fades to Black (2017), ambos editados com cunho da prestigiada Raging Planet. Para este ano de 2019 fica a promessa de novo registo, a ser editado a tempo da passagem pelo Outeiro Metal Fest.

O site Arte-Factos refere que os trabalhos de Redemptus são plenos de “consciência social e as letras recheadas de desgosto, raiva e crítica, sem esquecer alguma esperança, que são berradas na ainda mais versátil voz de Paulo Rui.»
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SYSTEMIK VIØLENCE
Punk Metal – Portugal
Podridão, Negritude e Desobediência. Três palavras que tentam definir a essência deste grupo. Punk no seu estado mais cru, interventivo e inconformado, pronto a cuspir na cara de qualquer poser. Após demos e EPs e splits, foi em 2017 que a estreia em longa-durações se fez com Satanarkist Attack. Não muito depois, já em 2018, editavam Anarquia-Violência, um disco ainda mais rápido e agressivo que o seu antecessor.

Mas é em palco que a banda revela a sua natureza incendiária. Há até relatos de que ver SYSTEMIK VIØLENCE ao vivo, ultrapassa o castigo medieval de todo e qualquer mecanismo de sofrimento. Um verdadeiro assalto à mão armada, que promete assolar Outeiro Seco e Trás-os-montes, em setembro.
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PERPETUAL
Death Metal – Espanha
Oriundos da cidade da Corunha, os Perpetual apresentam uma sonoridade marcadamente death metal, alicerçado por uma toada Obituary e adicionando-lhe uma ambiência própria e moderna, amplificada por uma potência característica de uns Amon Amarth.

O grupo conta já com dois discos de estúdio, Carving a Dismembered God (2015) e Maze of Chaos, este último editado já em dezembro do ano passado, valendo à banda alguma atenção internacional e lugar nas meias-finais espanholas do WOA Metal Battle, competição que levará uma banda ao mítico festival Wacken Open Air.
Espera-se assim, em Outeiro Seco, um labirinto de caos por parte dos Perpetual, muita agitação e, quem sabe, até uma wall of death. Para conferir em setembro.
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WRATH SINS
Progressive Thrash Metal – Portugal
A banda portuense entra em 2019 com uma formação renovada, que conta com sangue flaviense no seu novo alinhamento. Estreia-se ao vivo em terras transmontanas já com dois discos na bagagem: Contempt Over the Stormfall (2015) e The Awakening (2017). Thrash bem moderno e progressivo, pronto para fazer rodar o circle pit a toda a velocidade em mais uma edição do Outeiro Metal Fest.
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FERE
Post Metal – Portugal
Formados por Jaime Manso (baixo), João Pedro Amorim (guitarra), Pedro Alves (baixo) and José Pedro Alves (bateria), o grupo está junto desde 2015, sendo que, no ano seguinte, foram convidados pelo Teatro Experimental do Porto a compor a banda sonora da peça «Nunca Mates o Mandarim», uma adaptação do livro “Mandarim” de Eça de Queiroz.

O primeiro disco de originais chegou em 2018, Montedor, um trabalho onde a banda assume um registo sónico denso, sufocante e desconcertado, em que o experimentalismo é palavra de ordem. Deste Post-Metal e Post-Rock até riffs arrastados de Doom, os FERE assumem influências de nomes como Russian Circles, Godspeed You! Black Emperor ou Sumac. Uma toada mais poética e introspectiva para a hora do lusco-fusco no Outeiro Metal Fest.
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DIVINE RUIN
Death Thrash Metal – Portugal
Divine Ruin é uma banda de Death/Thrash Metal formada nos finais de 2017 na Covilhã. O projeto nasceu das cinzas da banda Covilhanense ‘Gargvla'(2017), sendo o compromisso mútuo entre os compositores e intérpretes Joey Prazeres (baixo e voz), António Matos (guitarra), João Afonso (guitarra) e Guilherme Poeta (bateria).

A banda apresenta-se com um espetáculo repleto de energia, onde a música rápida dita o ritmo do mosh, sem também faltarem momentos de epifania que apelam ao núcleo de qualquer amante de metal pesado moderno.
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PNEURA
Crust Punk – Espanha
Com um som alicerçado numa combinação de Crust Punk e Death Metal, o duo galego vindo da vizinha localidade de Verin, chega ao Outeiro Metal Fest com uma demo editada em 2018 e com muchas ganas de deixar a plateia em autêntico alvoroço e surpreender aqueles que ainda não conhecem a qualidade da sua música.
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RUINA
Doom Black Improv – Portugal
Quem esteve presente na primeira edição do Outeiro Metal Fest sabe o que RUINA pode significar: Escuridão, Intensidade, improvisação e muita neblina, depois de um concerto que contou com a presença incomum de um saxofone durante grande parte do concerto.

O quarteto que engloba gêneros desde o doom até ao black metal, passando pelo sludge, prepara-se para lançar o seu single de estreia ainda este ano e regressa em setembro a Outeiro Seco para apresentar um set imprevisível, praticamente, na segunda casa do projeto transmontano-portuense.

A Drunk On Drugs Report finalizou a reportagem do ano passado e o concerto como “…a performance that we did not see coming. Entrancing suicidal music, even had some unexpected blastbeat by the end that left our dicks hard for more”.

Quando menos esperares, RUINA aparecerá em palco do Outeiro Metal Fest prontos para arruinarem mais uma vez todos os presentes…
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NIIL
Avant Garde Metal – Portugal
Diretamente da névoa de inverno flaviense, os recém-formados Niil apresentam-se com uma sonoridade obscura por um lado e agressiva por outro. Certamente com um caráter experimental, apresentam a peculiaridade de trazer um instrumento de sopro para o palco do Outeiro Metal Fest 2019.

Poderíamos caracterizar a sonoridade de Niil com base em influencias de Opeth, Odraza, King Gizzard, mas dada a sua diversidade, a presença no sábado (14 setembro) torna-se obrigatória para ver a banda de abertura do primeiro dia do festival.
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VERBIAN
Metal Experimental – Portugal
Vindos diretamente da cidade Invicta, o trio instrumental que irá abrir o primeiro dia de festival na sexta-feira (13 setembro) tem vindo a surpreender em palco com um forte poderio musical, os Verbian que contam com o álbum de estreia «JAEZ» ajudam-nos a descrever um pouco o que podemos esperar em setembro em Outeiro Seco:

«Nós cantamos sobre todos os ventres que nos cuspiram à força. Cantamos sobre todos os pássaros no céu e todos os ratos no esgoto mais profundo. Cantamos sobre o amor pois amamos toda a tristeza do mundo. Cantamos sobre a vida e cantamos sobre a morte. Nós somos os VERBIAN, bem vindos à nossa fantasia».
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